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O que é

A dor nas costas é comum em milhares de brasileiros. Porém, a dor na lombar – região mais baixa da coluna, localizada perto da bacia – é chamada de lombalgia. Geralmente, a dor pode se estender para as nádegas e coxas e incomoda bastante.

Este é um problema muito comum e pode causar incapacidade para atividades corriqueiras em algumas pessoas. Cerca de 90% da população mundial sofre com dor na lombar em algum período da vida e a lombalgia é a segunda causa mais frequente de procura por médico ortopedista.

Tipos e causas

As lombalgias podem ser classificadas em agudas ou crônicas. A lombalgia aguda dura em média de 4 a 6 semanas e não está relacionada a nenhum fator anterior. Geralmente, ocorre após um esforço físico e muitos pacientes acabam por relatar a dor com a sensação de ter “travado a coluna”. O comum é que em 4 semanas de tratamento, o paciente que sofre com lombalgia aguda esteja curado. A incidência da doença costuma acontecer entre os 35 e 55 anos e poucos casos podem evoluir para uma lombalgia crônica.

A lombalgia crônica é aquela que dura mais de 12 semanas e pode ocorrer em qualquer idade. Essa ocasiona dores mais fortes, muitas vezes impossibilitando até mesmo o paciente de ir trabalhar devido à intensidade da lombalgia.

Fatores de risco

Alguns fatores de risco podem ser responsáveis por trazer à tona a lombalgia. Distensões musculares ocasionadas por sobrecarga, por exemplo, em academia ou até mesmo empurrando móveis para trocá-los de lugar podem causar dor nas costas.

Muitas vezes o problema pode ser de postura também. Quando a pessoa costuma recorrentemente sentar em má posição ou dormir em posições que não beneficiam a coluna, por exemplo. Em outros casos, a lombalgia pode ser causada por outras doenças, como a hérnia de disco, escorregamento da vértebra, artrose, entre outros.

Diagnóstico

Em caso de dores lombares, o adequado é procurar um médico ortopedista, que na maioria das vezes consegue diagnosticar o problema fazendo um exame clínico, após ouvir os relatos no consultório.

Em pouquíssimos casos são solicitados exames de imagem como ultrassom, tomografia computadorizada e raio X. Na maioria das vezes eles são pedidos quando o médico ortopedista suspeita de outa doença ou em casos mais graves de lombalgia, que persistem há muitos meses e não melhoram com os tratamentos indicados pelo médico.

Tratamento

A lombalgia aguda comumente apresenta rápida recuperação para a maioria dos pacientes. Neste caso indica-se o uso de analgésicos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares e repouso. Após o uso dessas terapias, a dor nas costas costuma passar e não aparecer mais.

Porém, nos casos de lombalgia crônica o médico ortopedista, além de indicar terapia medicamentosa, poderá também recomendar massagens, ultrassom, eletroterapia e termoterapia. Repouso, fisioterapia, RPG e pilates podem ser aconselhados também, a depender do caso do paciente.

Apesar de causar uma dor incômoda, a lombalgia não costuma ser considerada uma doença grave. Com o auxílio do médico ortopedista e com os tratamentos corretos, as dores tendem a desaparecer em algumas semanas, fazendo com que o paciente volte à vida normal sem incômodos.

Para prevenir o aparecimento de doenças na coluna, o ideal é estar atento à postura, não fazer exercícios sem acompanhamento especializado e dormir sempre em colchões apropriados. Com essas recomendações simples é possível manter a saúde da coluna em dia.

Responsável Técnico

Dr. Paulo Facciolla Kertzman
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Ortopedia e Traumatologia

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