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As lesões provocadas durante atividades esportivas são proporcionalmente mais comuns em mulheres. Isso se deve a fatores hormonais e anatômicos que se distinguem em relação aos homens. Porém, com medidas preventivas e acompanhamento multiprofissional, é possível reduzir essas lesões.

Por que ocorre?

Nos últimos anos, a atividade física entre as mulheres aumentou significativamente, contribuindo para o bem-estar e saúde das praticantes. Porém, diante desse quadro, foram identificadas uma série de padrões no que refere-se à diferenciação de lesões no esporte entre homens e mulheres.

Algumas características anatômicas relacionadas a maior incidência de lesões entre as mulheres são menor volume de massa muscular e estrutura óssea. Além da região pélvica mais ampla e larga, capaz de gerar lesões no quadril.

Esportes que exigem impulso e impacto são os principais causadores de lesões nos joelhos das mulheres. Alguns dos problemas mais comuns são as lesões do ligamento cruzado anterior e a síndrome patelo femoral. Inclusive, a lesão do ligamento cruzado anterior é, até, oito vezes mais comum em mulheres do que em homens. Anualmente são quase 80 mil pacientes acometidas pela doença.

Outra questão diretamente ligada às lesões no esporte são as disfunções hormonais. Sobretudo durante o período da menopausa que altera significativamente a estrutura física,

Esses riscos estão correlacionados diretamente ao estrogênio, hormônio sexual feminino produzido pelos ovários.

Sendo a alterações hormonais ficam mais suscetiveis os ossos a sofrer contusões em suas estruturas. Principalmente durante a prática esportiva, em que o aumento do estresse pode propiciar fraturas em mulheres.

Por isso, atletas que atingiram a menopausa devem fazer acompanhamento junto aos seus ginecologistas, bem como com um ortopedista especializado em medicina esportiva.

Prevenção

Por todas essas razões hormonais e anatômicas, as lesões no esporte são mais comuns em mulheres. Em virtude disso, a conscientização e prevenção são aliadas no combate a qualquer lesão mais grave. A medicina esportiva avançou nos últimos tempos e, felizmente, muitos desses problemas podem ser evitados,

A nutrição também é um fator preponderante no combate às lesões nas mulheres. Muitas vezes, inclusive, o uso de suplementos se faz necessário. Contra a fragilidade óssea, recomenda-se a ingestão de alimentos ricos em cálcio e vitamina D.

O fortalecimento da musculatura também é um recurso fundamental para evitar lesões tendíneas e fratura. A musculação é uma prática bastnate indicada para combater a osteoporose e melhorar a qualidade de vida, especialmente em mulheres pós menopausa.

Além do mais, treinar força e estabilidade contribui para a melhora do equilíbrio e da coordenação. Os treinamentos devem ser supervisionados por um profissional de educação física ou fisioterapeuta e tem grande importância para o controle neuromuscular do quadril, tronco, além de evitar doenças do joelho.

Responsável Técnico

Dr. Paulo Facciolla Kertzman
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Ortopedia e Traumatologia

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